27
Jan 11

 

O "mito ou verdade" decidiu que para se compreender e estudar o tema "Teoria(s) do fim do mundo" deverá conhecer-se a opinião dos diferentes filósofos. Não existe qualquer tipo de obra de nenhum dos filósofos mais conhecidos que refira directamente esta questão...o melhor que conseguimos foram uma série de citações de diversos filósofos, que passamos a mostrar:

 

 

Pitágoras- "Se o mundo é par não acabará, mas se for impar acabará."

 

 

Heráclito- "Tudo é finito. Por isso o mundo irá sempre acabar, não se pode viver no mundo duas vezes."

Parmênides- "O mundo não vai acabar, porque este mundo nunca foi real, pois só o ser é real. Tudo o resto é aparência ilusória dos sentidos. "

 

Zenão- "Para que o mundo acabe seria necessário percorrer um caminho infinito. Se o mundo acabar é porque não é real, não passa de aparências ilusórias."

 

 

Sócrates- "Tudo quanto sei é que nada sei sobre o fim do mundo. Você que é a personificação da própria inteligência, poderia me dizer como o mundo acabará?"

Platão- "Este mundo pode acabar, mas as idéias deste mundo são eternas, tudo que existe são cópias perecíveis delas."


 

Aristóteles- "Todo o algo que existe é algo que um dia acabará. O mundo é algo que existe logo, este mundo é algo que um dia acabará."


Epicuro- "Não se preocupe com o fim do mundo, viva uma vida de prazer."


Pirro- "Não compreendi! O que é o mundo? O que é acabar? O mundo existe? Aliás, você existe? Fiquem calados! Não podemos saber nada."

 

 

 

Descartes- "Se eu pensar, o mundo não acabou."


Pascal- "O mundo vai acabar, faça já as suas apostas. É melhor crer que o mundo não vai acabar, porque se ele acabar não vai perder nada, porém se ele não acabar, você não será chamado de tolo."



Newton- "O mundo continuará existindo até que uma força exterior acabe com ele."

 

 

 

Leibniz- "O mundo acaba! De qualquer forma este é o melhor de todos os mundos possíveis."



Voltaire- "O mundo irá acabar, vejam como este é o melhor dos mundos possíveis!"


 

 

 

 

 

Hume- "Não há nenhuma razão para que possamos crer que o mundo irá acabar."



Berkeley- "Sempre que dormimos o mundo acaba."


 

 

 


Kant- "Se o mundo vai acabar é impossível que um dia o saibamos. Tudo o que conhecemos são fenomenos não a realidade em si."

 

 

 

 


Schiller- "Sintam a beleza do fim do mundo. Pois este mundo racional é indigno de nossa existência."

 



Hegel- "O fim-do-mundo é idêntico ao não-fim-do-mundo."

 


Kierkegaard-"Para quem está morrendo hoje, não interessa o fim do mundo, e para quem está vivo, do que adianta saber sobre o fim do mundo, se um dia todo homem vai morrer?"

 


Nietzsche- "Se Deus morreu, porque é que o mesmo não poderá  acontecer ao mundo?"

Freud- "O fim do mundo é uma obsessão do homem neurótico."

 

 


 

 

Darwin- "O mundo terá um fim desde que não se adapte ao meio."

 


Comte- "O fim do mundo nunca será um facto verificável."

 

 

 

 


Heidegger- "O homem tudo bem, mas o mundo? Não sabia que o mundo era um ser-para-a-morte!"


 

 

 

 

Sartre- "Se o mundo vai acabar ou não, não faz sentido, tudo é absurdo."

publicado por mitouverdade às 18:53

A Igreja Mórmon:

Os membros da Igreja Mórmon acreditam que Jesus Cristo, irá aparecer antes da sua Segunda Vinda a líderes e membros da Igreja que viveram em várias eras e essa aparição ocorrerá em Jackson County, Missouri, Estados Unidos da América. Posteriormente, na Segunda Vinda propriamente dita, irá estabelecer-se em Jerusalém e ai dirigirá uma era de mil anos de paz chamada de Milénio, quando Satanás irá ser banido. No fim do Milénio, Satanás irá ser solto e a terra entrará numa guerra, a qual irá destruir o mundo inicialmente com fogo, limpando a terra do mal. Todos os membros fiéis da igreja serão salvos da destruição, mas cada homem ou mulher que já viveu na Terra, vivo ou morto, será ressuscitado, ou posto em um estado de imortalidade.

O Julgamento Final que irá ocorrer no final de tudo, irá separar todas as pessoas em três reinos divinos: o Reino Celestial, o Reino Terrestre, e o Reino Telestial. No livro Doutrina e Convenios, Joseph Smith Jr., autor principal do livro e o primeiro profeta, líder e vidente da Igreja Mórmon, classificou estes reinos nos seguintes níveis de glória: o sol, a lua, e as estrelas. O sol dá origem a brilho, e relaciona-se com o reino celestial o qual é para aqueles que obedecem a todos os mandamentos, vivem de forma justa, e foram baptizados e casados em um templo da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A lua, o segundo em ordem de brilho, relaciona-se com o Reino Terrestre, o qual é para aqueles que foram correctos em certo sentido, mas não obedeceram constantemente a cada mandamento e/ou não foram baptizados ou casados no templo. As estrelas, sendo as menos brilhantes, relacionam-se ao Reino Telestial, para aqueles que não foram correctos, significando aqueles que constantemente não obedeceram aos mandamentos e não foram baptizados ou casados no templo. Um pequeno grupo de pessoas, as quais ele chama "Saídos das Trevas", irão para onde Satanás foi enviado após o "Pai Celestial" o ter expulsado do céu. Uma destas pessoas foi Caim, do relato de Caim e Abel no livro do Génesis.

 

Testemunhas de Jeová:

As Testemunhas de Jeová acreditam que a Terra jamais será destruída (fazem-no com base no que interpretam dos versículos bíblicos tais como Eclesiastes 1:4, Isaías 45:18 e Salmos 37:29). Assim, defendem que o propósito de Deus é que o planeta se encha de humanos e que, portanto, a expressão "fim do mundo", ou "fim do sistema de coisas" conforme a versão da Bíblia que usam e todas as outras versões da Bíblia se refere à ocasião em que Deus, através do seu Filho Jesus Cristo, estabelecerá um reino ou governo global, eliminado todos os outros governos humanos.


Budismo:

Buda previu que seus ensinamentos irão desaparecer depois de 500 anos após o seu surgimento . De acordo com Sutta Pitaka, as dez normas de conduta moral irão desaparecer e as pessoas irão seguir os dez conceitos imorais do roubo, violência, mentira, difamação, adultério, conversa ociosa e abusiva, desejos de cobiça e maldade, ambição desenfreada, e perversão sexual que resultariam no aumento da miséria espiritual e no fim das leis seculares da verdade de darma

Em termos budistas, o conceito básico da salvação é a libertação das leis do karma e samsara, bem como chegar ao Nirvana. Os textos budistas dizem que é impossível descrever ou explicar o que é o Nirvana, podendo apenas ser vivenciado. Não é um céu, para onde a pessoa vai após a morte, mas sim uma consecução que está ao alcance de todos, aqui e agora. Afirma-se que a própria palavra significa "apagar, extinguir". Assim, alguns definem o Nirvana como a cessação de toda a paixão e desejo, uma existência isenta de todo sentimento sensorial, como a dor, o medo, a ânsia, o amor ou o ódio, basicamente será um estado de eterna paz, descanso e imutabilidade. Essencialmente, diz-se ser a cessação da existência individual.

 

Islamismo:

No Islamismo, existe a crença que no Dia do Juízo, Deus irá ressuscitar e julgar os mortos, mandando os justos para o Céu e os que não mostrarem arrependimentos de suas maldades para o Inferno. As origens históricas da perspectiva Islâmica do fim do mundo parecem ser bem similares à religião cristã, visto que Maomé ensinou aos seus companheiros, que alguns deles iriam ver o fim das coisas no decorrer de suas vidas, tal como Jesus ensinou aos seus discípulos.

 

Judaísmo:

No Judaísmo, o fim do mundo é chamado de acharit hayamim (fim dos dias). Segundo os crentes judeus, eventos tumultuosos abalarão a velha ordem do mundo, criando uma nova ordem na qual Deus é universalmente reconhecido como a nova lei que organiza tudo e todos. Uma das sagas do Talmud diz "Deixe o fim dos dias chegar, mas eu não devo estar vivo para presenciá-lo", porque os vivos na ocasião serão submetidos a conflitos e sofrimentos.

O Talmud, no folheto Avodah Zarah, página 9A, estabelece que o mundo como o conhecemos somente irá existir por seis mil anos. O calendário judaico tem seu início determinado pela hipótese que o tempo começou na Criação do mundo por Deus, conforme relatado no Gênesis. Muitas pessoas (nomeadamente judeus conservadores e alguns cristãos) acreditam que os anos da Torah, ou Bíblia Judaica, devem ser considerados simbólicos. De acordo com antigos ensinamentos judaicos, actualmente ministrados por judeus ortodoxos, os anos relatados são consistentes com a passagem das eras, com 24 horas por dia e uma média de 365 dias por ano. Tal conclusão foi alcançada após realizarem-se as apropriadas calibrações, considerando a incongruência entre o calendário lunar e o calendário solar, já que o calendário judaico é baseado em ambos. O ano de 2006 equivale, assim, a 5766 anos desde a Criação, no calendário judaico. Portanto, de acordo com o cálculo, o fim do mundo, pelos preceitos judaicos, ocorrerá em 30 de setembro de 2239.

De acordo com essa tradição, o fim do mundo irá presenciar os seguintes eventos:

-Reunião dos judeus exilados na terra geográfica de Israel.

-Derrota de todos os inimigos de Israel.

-Construção do terceiro Templo de Jerusalém e a restauração dos sacrifícios e serviços nele.

-Revitalização dos mortos ou ressurreição.

-Naquele momento, o Messias judeu irá tornar-se no monarca ungido de Israel. Dividirá as tribos de Israel nas porções de terra originais. Durante o período, Gogue, rei de Magogue, atacará Israel - desconhece-se quem é Gogue e qual é a nação Magogue. Magogue travará uma grande batalha, na qual muitos morrerão de ambos os lados. Mas Deus intervirá e salvará os judeus. Esta é a batalha designada como Armagedom. Deus, tendo eliminado este inimigo final para sempre, irá consequentemente banir todo o mal da existência humana.

Depois do ano 6000 (no calendário judeu), o sétimo milénio será uma era de santidade, tranquilidade, vida espiritual e paz mundial, conhecida como o Olam Haba (mundo futuro), durante o qual todas as pessoas conhecerão a Deus directamente. A festividade judaica do Rosh Hashanah tem muitos aspectos em comum com a crença islâmica de Qiyamah.

No Judaísmo, contudo, o relato do fim dos dias é muito pouco claro, sem se referir a quando tais eventos ocorrerão. Por exemplo, não se esclarece com precisão se o fim dos dias irá ocorrer antes, durante ou depois do ano 6000. Muito depende da forma como se interpreta a lei judaica. Alguns também afirmam que estes eventos tumultuados trarão dificuldades espirituais, tais como a imortalidade.

 

 


publicado por mitouverdade às 18:14

A civilização Maia, no seu auge, era uma das civilizações mais densamente povoadas e culturalmente dinâmicas do mundo. Os maias acreditavam na contagem natural e cíclica do tempo e na existência de três planos principais no cosmos: a Terra, o céu e o submundo. Tal como os astecas, os maias sacrificavam seres humanos e também animais para estabelecerem relações com os deuses e o outro mundo.

O calendário Tzolkin, era um dos calendário utilizado pelos maias e combina 20 nomes de dias e 13 números do ciclo que resultam em 260 dias, note-se que existem várias teorias sobre a sua origem. Outro dos calendários utilizados é o calendário Haab, que é um calendário solar composto por dezoito meses de vinte dias e um período de 5 dias denominado por Wayeb, um período em que as barreiras entre o reino mortal e a Terra se dissolviam permitindo que qualquer mal fosse praticado. O ciclo repetia-se de 52 a 52 anos solares.

Como sabem são várias as profecias maia (e não só), sendo a principal interpretada como o fim do mundo como o conhecemos (no dia 21 de Dezembro de 2012). Cada um tem interpretado esta profecia de maneira diferente, apenas se saberá quando o dia chegar, nada é certo apenas que esta civilização conseguia de facto prever acontecimentos astronómicos...

Em 1990, os estudiosos maias Linda Schele e David Freidel argumentaram que os maias "não conceberam que isso seja o fim da criação, como muitos sugeriram." Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latino-Americana no Museu de História Natural da Flórida, declarou: "nós não temos nenhum registo ou conhecimento de que [os maias] pensavam que o mundo chegaria ao fim" em 2012. "Para os antigos maias, isso era uma grande celebração que seria feita até o fim de um ciclo", diz Sandra Noble, directora executiva da Fundação para o Avanço dos Estudos Mesoamericanos em Crystal River, Flórida, Estados Unidos. A escolha de 21 de dezembro de 2012 como o dia de um evento apocalíptico ou de um momento cósmico de mudança, diz ela, é "uma completa invenção e uma chance de lucro para muitas pessoas." "Haverá um novo ciclo", diz E. Wyllys Andrews V, diretor do Instituto de Pesquisas Mesoamericanas da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, Louisiana. "Nós sabemos que os maias pensavam que houve um antes, o que implica que eles estavam confortáveis com a ideia de um outro depois."

 

 

 

 

publicado por mitouverdade às 14:17

Cultura Hindu:

 

O Hinduísmo é uma tradição religiosa da Índia, é politeísta apesar de ter algumas tendências monoteístas em que cada Deus representa um aspecto de um Deus único.

O Hinduísmo está presente em três estados do mundo, as Ilhas Maurício, no Nepal e na Índia apesar de existirem seguidores noutros estados do mundo, apenas nestes 3 o povo pratica maioritariamente esta religião.

 

 

Calendário:

 

O calendário Hindu foi adoptado pela Índia no ano 1957 com o objectivo de unificar os 30 calendários existentes no país que determinam festas religiosas. A contagem coincide com a contagem gregoriana nos dias e nos anos bissextos, este calendário conta o tempo a partir do ano 79 da Era Cristã, Era Saka.

Tem o tempo dividido em yungas, actualmente esta Era está no último yunga. O início do ano varia de região para região.

O ano divide-se em 12 meses, as semanas em 7 dias e para os festivias religiosos é utilizado o calendário lunissolar, neste calendário os meses lunares são contados a partir da lua nova e a cada mês lunar é atribuído o nome do mês solar em curso.

Segundo os preceitos do hinduísmo, Kali, o 10º e final avatar de Vishnu, virá montado num cavalo branco, manuseando uma espada flamejante com a qual irá derrotar o mal e restaurar o dharma, dando início a um novo ciclo, uma nova Idade de Ouro ou Satya Yuga. No “Brahma-Vaivarta Purana”, que é um texto religioso Hindu, o senhor Krishna diz a Ganga Devi que uma nova Idade de Ouro irá começar 5 000 anos depois do início do Kali Yuga e que esta durará 10 000 anos. Alguns astrólogos prevêm que o Kali Yuga acabará em 2012 iniciando-se Satya Yuga no dia 21 de Dezembro de 2012, previsão a qual também foi profetizada pelos Maias.

 

 

 

publicado por mitouverdade às 12:55

Os Calendários:

 

O povo asteca foi uma civilização mesoamericana que floresceu entre o séc. XIV e XVI, acabando por ser destruída pelos conquistadores espanhóis chefiados por Fernando Cortez.

Os astecas eram politeístas e acreditavam que se o sangue humano não fosse oferecido ao Sol, a organização e as ligações do mundo deixariam de funcionar. Apesar de serem um povo muito abrangente em vários níveis, o "mito ou verdade" apenas irá abordar a parte da cultura referente às suas profecias e aos seus calendários, um deles conhecido como Pedra do Sol, Xiuhpohualli.

 

O calendário Asteca é mais antigo do que o calendário gregoriano, criado em Roma pelo Papa Gregório e usado até hoje na maior parte do mundo. Este calendário Xiuhpohualli é constituido por 18 meses (com 20 dias cada), cada um deles representado por símbolos, com diversos significados e são exemplos: o crocodilo, o vento, a casa, o lagarto, a cobra, a morte, o cervo, o coelho, a água, o cão, o macaco, as ervas, o bambu, o jaguar, a águia, o falcão, o movimento (terramoto), a faca de pedra, a chuva (tempestade) e as flores. A este calendário são ainda acrescentados mais 5 dias de sacrifício, obtendo um total de 365 dias do ano, mantendo sempre no centro a representação do Deus Sol.

O outro calendário asteca denomina-se por Tonalpohualli e é bastante polémico existindo várias teorias sobre a interpertação deste calendário. Umas teorias dizem que é a representação do ciclo de Vénus, outras dizem que é a representação da origem, desenvolvimento e fim da raça humana...No entanto, representam apenas teorias, não havendo quaisquer certezas e sendo também a sua origem desconhecida devido a incertezas de datas que cercam as culturas mesoamericanas.

Tonalpohualli significa “contagem dos dias” e é um calendário composto por 260 dias, que foi usado por vários povos mesoamericanos, mas os astecas são os que mais se destacam. Este calendário não tem qualquer tipo de relação com o Sol ou a Lua é apenas composto por 20 trezenas, cada trezena era respectiva a um Deus.

 

 

 

Profecias:

 

Uma das profecias mais importantes e conhecidas é referente a quando os astecas ainda se encontravam em Tula, ai receberam uma profecia do Deus Huitzilopochtli, que dizia que todos os Astecas deveriam estabelecer-se noutro local, onde ficassem permanentemente. E assim no sec. XIV o povo asteca fixou-se num local só. Segundo estudos realizados sabe-se que as crenças, as profecias e os sacrificios tinham todos como base o divino. Tal como os Maias, os Astecas e a sua cultura indicam que o mundo acabará no ano 2012… Uma profecia que será confirmada ou não na respectiva data.

 

publicado por mitouverdade às 11:09

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