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A civilização Maia, no seu auge, era uma das civilizações mais densamente povoadas e culturalmente dinâmicas do mundo. Os maias acreditavam na contagem natural e cíclica do tempo e na existência de três planos principais no cosmos: a Terra, o céu e o submundo. Tal como os astecas, os maias sacrificavam seres humanos e também animais para estabelecerem relações com os deuses e o outro mundo.

O calendário Tzolkin, era um dos calendário utilizado pelos maias e combina 20 nomes de dias e 13 números do ciclo que resultam em 260 dias, note-se que existem várias teorias sobre a sua origem. Outro dos calendários utilizados é o calendário Haab, que é um calendário solar composto por dezoito meses de vinte dias e um período de 5 dias denominado por Wayeb, um período em que as barreiras entre o reino mortal e a Terra se dissolviam permitindo que qualquer mal fosse praticado. O ciclo repetia-se de 52 a 52 anos solares.

Como sabem são várias as profecias maia (e não só), sendo a principal interpretada como o fim do mundo como o conhecemos (no dia 21 de Dezembro de 2012). Cada um tem interpretado esta profecia de maneira diferente, apenas se saberá quando o dia chegar, nada é certo apenas que esta civilização conseguia de facto prever acontecimentos astronómicos...

Em 1990, os estudiosos maias Linda Schele e David Freidel argumentaram que os maias "não conceberam que isso seja o fim da criação, como muitos sugeriram." Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latino-Americana no Museu de História Natural da Flórida, declarou: "nós não temos nenhum registo ou conhecimento de que [os maias] pensavam que o mundo chegaria ao fim" em 2012. "Para os antigos maias, isso era uma grande celebração que seria feita até o fim de um ciclo", diz Sandra Noble, directora executiva da Fundação para o Avanço dos Estudos Mesoamericanos em Crystal River, Flórida, Estados Unidos. A escolha de 21 de dezembro de 2012 como o dia de um evento apocalíptico ou de um momento cósmico de mudança, diz ela, é "uma completa invenção e uma chance de lucro para muitas pessoas." "Haverá um novo ciclo", diz E. Wyllys Andrews V, diretor do Instituto de Pesquisas Mesoamericanas da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, Louisiana. "Nós sabemos que os maias pensavam que houve um antes, o que implica que eles estavam confortáveis com a ideia de um outro depois."

 

 

 

 

publicado por mitouverdade às 14:17

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